13 de agosto de 2014

EDUCAÇÃO, ESCOLA E DOCÊNCIA: novos tempos, novas atitudes/Mario Sergio Cortella. - São Paulo: Cortez, 2014.

Cursos de pós-graduação e Pesquisas têm trabalhado a andragogia, salas de aulas do ensino superior, dinâmicas e processos de aprendizagem, estratégias de ensino e aprendizagem, educação inclusiva, etc. Neste contexto, não se pode desconhecer a quantidade e velocidade com que o conhecimento chega às pessoas. Os tempos mudaram, as gerações mudaram, a tecnologia mudou, aliás, tudo mudou. É ai que começa a discussão. O que é velho e o que é idoso. O que é moderno e o que é novo. O que é novo e o que é inédito. Cortela assim conceitua: Idoso é aquele que tem bastante idade, velho é aquele ou que já está pronto, que acha que não precisa mais aprender, que acha que não conseguirá mais aprender. Idosa é uma pessoa de 60, 70, 80 anos de idade, velho pode ser com 20, 30, 40, ou 60 anos de idade'. Quanto a proposta de um novo modelo educacional para o país alerta para que 'novo' não seja confundido com 'inédito'. E a plataformas existentes jamais acabará com o professor, como a televisão não acabou com o cinema. Será sim, uma ferramenta a mais. Aborda um assunto delicado, que é a questão de estar professor e não ser professor. E aí, faz uma distinção: 'emprego é fonte de renda e trabalho é fonte de vida ... É onde faço algo que me confere uma remuneração. Trabalho é aquilo que eu poderia fazer até de graça, e o faço como sentido da vida. Conceitua docência como um modo de existir ... uma maneira de ser humano ... um chamamento espiritual ... Mais forte do que uma simples vocação, Enfim, um livro que trás questionamentos interessantes, digno do pensador Mario Sergio Cortella.

Nenhum comentário:

Postar um comentário